Mario Sabino
Metrópoles
Donald Trump precisa dar um basta na imigração ilegal nos Estados Unidos, devolver o poder de compra à classe média americana, demolir a ideologia woke e engajar menos o país em problemas internacionais.
Essas são as expectativas que a maioria dos americanos têm em relação ao homem que toma posse hoje como presidente dos Estados Unidos, em segundo mandato que é a maior reviravolta política da história da nação mais poderosa do mundo (uso o clichê com prazer indescritível).
FOI UMA SURPRESA – Os jornalistas ficam muito espantados quando constatam que as pessoas não pensam como eles. O pessoal do New York Times não foge à regra e ficou pasmo em descobrir que mesmo os americanos que não votaram em Donald Trump esperam que ele realmente faça boa parte do que se propôs a fazer.
Uma pesquisa do jornal feita em parceria com o Ipsos, publicada no fim de semana, mostra que mais da metade da população aprova a deportação em massa de imigrantes ilegais, principalmente dos que entraram nos Estados Unidos nos últimos 4 anos. Quase a totalidade, 87%, apoia a deportação dos ilegais com ficha criminal suja, os primeiros alvos do novo presidente.
TRANSGÊNEROS – Impressionantes (para os jornalistas) 71% são contra que menores de 18 anos possam tomar medicação para mudar de gênero. Outros assombrosos (para os jornalistas) 80% são contra que atletas transgêneros, nascidos com sexo masculino, possam competir em esportes femininos.
A maioria acha também que os Estados Unidos devem dar mais atenção a questões domésticas do que a confusões na Europa (dentro da tradição isolacionista do país).
Assim como Donald Trump, uma enorme massa de cidadãos é de opinião que a democracia americana está longe de ser o melhor dos mundos possíveis. Para eles, Washington é um antro de corrupção — e o descontentamento vai além.
FAVORECIMENTOS – Dois terços dos eleitores democratas e 80% dos republicanos dizem que o governo serve mais a ele próprio e aos poderosos do que às pessoas comuns. No geral, dois terços dos americanos acreditam que o sistema econômico favorece injustamente os ricos. Muitos, no entanto, esperam que Donald Trump adote políticas que mais ajudarão do que atrapalharão a economia.
O dado surpreendente (para os jornalistas) é que, embora a maioria compartilhe de pontos de vista de Donald Trump em relação a assuntos prioritários, metade não é otimista sobre ele ser o homem certo para o cargo.
O lado bom (para os jornalistas) é que deu para o New York Times dar o seguinte título para a reportagem sobre a pesquisa: “O apoio às políticas de Trump supera o apoio a Trump”. Serão quatro anos divertidos.
Uma horda de imbecis
Os jornalistas?
“Para espanto” de ninguém! Dessa vez Trump venceu no colégio eleitoral E no voto popular. Se a maioria votou nele, deduz-se que pensam da mesma forma ou de forma parecida.
Existem dois mundos, o real e o dos jornalistas.
Se pegarem os do Globo, Folha e Estadão verão que são alienígenas em missão de mistificar a realidade.
A diferença entre os jornalistas americanos e os jornazistas brasileiros é que aqui eles são pagos pelo governo para postarem aquilo que o governo quer. Globo, Foice de São Paulo, Estadão e milhares de outros não sobreviveriam sem o dinheiro público. E, quem já viajou pelos EUA principalmente pelo interior do país sabe que não existe surpresa em como o americano pensa.
Sobraram poucos jornalistas que cumprem a verdadeira função do jornalismo…
A grande maioria virou jornazistas nazi-fasci-comuna-psicopatas-doentes patifes, calhordas, crápulas, canalhas, covardes, que estão apenas fazendo militância politica em nome de sua ideologia carniceira
Venderam a dignidade por 30 moedas, e recebem altos salários para defender um Bandido de Nove Dedos, um safado, ladrão, irresponsável, como disse o Editor Chefe, que até agora não foi refutado pela comunada doente e cega por balançar os ovinhos de cordona enrugados do Ladrão….
o resto é o mesmo de sempre….
Por que o espanto? Todos deveriam saber que a maioria da população gosta de um fascismo, memo que seja leve. Trump fala como um fascista raiz.
Até hoje não consegui ver qualquer diferença entre fascismo e comunismo.
Ambos são regimentes impostos a força, totalitários,
sanguinários e que não convivem com o pensamento oposto.
Desta forma, trocar uma merda por outra, não faz diferença.
Se o povo americano quis o Tramp, que o tenha e daqui a quatro anos se não quiser mais, mande-o embora.
Já nos regimes comunistas, não é assim tão fácil tirar o poderoso de plantão.
O verdadeiro comunismo nunca existiu, pois é uma utopia. O que existem são ditaduras ou regimes autoritários. que podem até adotar o capitalismo (de mercado) na economia. China, Vietnã, Singapura são exemplos.
Já o fascismo é diferente, pois o capitalismo é sua essência. E é apoiado pelas grandes empresas e pela maioria do povo, posto que as políticas são nacionalistas e protecionistas, o que cria a ilusão da melhoria ao povo, principalmente na área econômica. .
Além disso, a religião e imigração e os costumes são tratadas de maneira distintas entre os socialistas e fascistas.
Por fim, não se pode confundir as políticas econômicas de Trump e Milei, embora alguns achem parecidas. Trump se assemelha mais ao presidente chinês na quetão econômica..
Comunista só larga o poder com tiro, porrada e bomba.
As urnas sempre elegerão os Maduros.
Deveríamos mandar o professor Ivann Lago aos EEUU para escrever “O Trump que há em nós” e esclarecer, assim como fez com o Jair, se os americanos pensam como o Trump ou é o Trump que pensa como os americanos.
postei-escrevi-constatei-salientei-frisei, esta afirmação há meses, aqui, alhures, em Manaus, no Diário do Poder, nas minhas redes, forum do estadão, etc, etc. de leve, sabino, diria Ibrahim.
é ou não é, carlos newton??? é ou não é, roberto nascimento?